(por Márcio)
Hoje eu voltei a andar de ônibus. Desta vez para voltar para casa. Eu estava nas proximidades do Parque 13 de Maio e peguei o meu já conhecido Camaragibe (Príncipe). Esperei pouco tempo na parada em frente à Biblioteca Pública Estadual e lá veio meu ônibus. Um biarticulado com muitos lugares disponíveis.
O caminho do ônibus é mais ou menos óbvio até o momento em que ele pega a Av. Agamenon Magalhães. Para um ônibus que vai para Camaragibe, ou seja, pro final da Av. Caxangá, o mais lógico seria dobrar na Praça do Derby e aproveitar que radial leste-oeste, que tem via exclusiva para ônibus. Mas, como nunca se faz o óbvio em Recife, o ônibus segue pela normalmente congestionada R. Joaquim Nabuco (para quem não sabe nome de rua, a do hospital Santa Joana).
Neste aspecto até tive sorte, pois nem a Agamenon, nem a Joaquim Nabuco estavam engarrafadas. O problema - e aí não foi mais falta de lógica do sistema, mas falta de informação para mim - é que o ônibus não pegou a Av. Caxangá desde o seu início, mas só após a Rua José Osório (aquela que é cheia de concessionárias de carros, perto do Mercado da Madalena).
Aqui é preciso fazer uma ressalva em defesa do sistema de ônibus: já que o ônibus vai pela Joaquim Nabuco, realmente é mais lógico seguir em frente pela José Osório, em vez de dobrar na quase sempre engarrafada Real da Torre.
Como resultado, minha caminhada que seria de um pouco menos de 1 km, passou a ser de 1 milha (1.600 metros). Se eu não estivesse com pressa, nem o sol estivesse tão quente, até que seria uma caminhada agradável.
Claro que, parando para analisar a lógica do sistema, faz sentido este percurso do ônibus. O problema é que em Recife, exceto em alguns casos mais ou menos excepcionais, não é possível descer de um ônibus e pegar outro sem ter que pagar a mais por isso. Logo, os ônibus têm que fazer caminhos "alternativos", que não necessariamente são os que os passageiros desejam. O ideal é que com um bilhete de ônibus se pudesse trocar uma ou duas vezes de veículo, sem ter que pagar a mais por isso, como acontece em diversos lugares do mundo, como Roma e Salzburgo.
Ah, se fosse possível essa troca, possivelmente poder-se-ia reduzir o número de ônibus que passam pelo centro, sem ter que piorar o serviço para os passageiros. Vejam que o ônibus em que eu estava estava vazio e não pegamos grandes engarrafamentos. Mesmo assim, antes mesmo que eu saísse da parada em que desci, passou um outro Camaragibe (Príncipe) - naturalmente, também vazio.
Claro que eu não estou reclamando de pegar ônibus vazio, mas o sistema deve ser racional. Com certeza, durante todo o percurso da Av. Caxangá iria trafegar dois ônibus da mesma linha, um atrás do outro. Enquanto que em outras linhas, a espera por um ônibus pode ser muito grande. Talvez, no horário de pique seja necessária essa freqüência, para que os ônibus não vão lotados. Talvez até mesmo neste horário seja necessária essa freqüência em dias que não há vestibular ou ao se aproximar de Camaragibe. Mas hoje, com certeza, houve excesso de ônibus da linha Camaragibe (Príncipe).
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Resposta parcial
(por Cláudia)
"Resposta parcial". Esse foi o assunto do e-mail que recebi no último dia 9/11 em resposta à mensagem que enviei para a ouvidoria do Consórcio Grande Recife por conta de um ônibus que esperei por uma hora (e não passou) e do fato de que não consigo ligar para a central 0800 do consórcio, nem pelo telefone móvel, nem pelo fixo.
A mensagem diz o seguinte: "Informamos que todas as informações contidas no seu e-mail foram encaminhadas para a gerência específica, no caso a GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO E RELACIONAMENTO, para que sua manifestação seja verificada. Retornaremos com a resposta do setor".
Hoje, dez dias depois de ter enviado a reclamação, não recebi absolutamente nenhuma resposta completa. O serviço é parcial, o atendimento também.
"Resposta parcial". Esse foi o assunto do e-mail que recebi no último dia 9/11 em resposta à mensagem que enviei para a ouvidoria do Consórcio Grande Recife por conta de um ônibus que esperei por uma hora (e não passou) e do fato de que não consigo ligar para a central 0800 do consórcio, nem pelo telefone móvel, nem pelo fixo.
A mensagem diz o seguinte: "Informamos que todas as informações contidas no seu e-mail foram encaminhadas para a gerência específica, no caso a GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO E RELACIONAMENTO, para que sua manifestação seja verificada. Retornaremos com a resposta do setor".
Hoje, dez dias depois de ter enviado a reclamação, não recebi absolutamente nenhuma resposta completa. O serviço é parcial, o atendimento também.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
O primeiro estresse
(por Cláudia)
Hoje foi o primeiro dia em que o sistema de ônibus realmente me estressou. Nem mesmo ter pego o ônibus errado me deixou tão irritada. Saí do trabalho às 16h40 para ir à fisioterapia (tinha planos de chegar à clinica umas 17h30), e precisava pegar a linha Sítio dos Pintos/IMIP (Joana Bezerra) na parada da Rua Frei Matias Teves. Pois bem. Esperei exatamente uma hora e o ônibus simplesmente não passou (nesse período, passaram 6 ou 7 ônibus da linha Mustardinha).
Após uns 40 minutos de espera, resolvi telefonar para a central 0800 do Consórcio Grande Recife com o intuito de relatar o problema e tentar descobrir o que havia acontecido. E o que aconteceu? Descobri que o 0800-0810158 não recebe chamadas de telefone móvel! Sim, o usuário que está na parada de ônibus precisa arrumar um orelhão (coisa rara hoje em dia) ou um telefone fixo para poder entrar em contato com a central de atendimento.
Às 17h40 desisti da fisioterapia, peguei próximo Mumu que passou e fui pra casa, onde cheguei às 18h00. Liguei o computador e entrei no site do Consórcio Grande Recife, onde verifiquei que (em tese) os ônibus da linha Sítio dos Pintos/IMIP (Joana Bezerra) ainda passam na Rua Frei Matias Teves. Peguei o meu telefone fixo e liguei para a central 0800. O que aconteceu? Uma gravação me disse que "o número do serviço discado não pode ser acessado por esta área geográfica"! Como assim? Eu moro no Recife, o consórcio se chama "Grande Recife". De que área então eu deveria ligar?
Restou-me apenas preencher um formulário no site do consórcio e enviar um e-mail para a ouvidoria. Vamos ver se eles me "ouvem". Duvido muito. Mas vou esperar 2 ou 3 dias antes de tomar outras providências. Segue abaixo a mensagem que enviei (se é que eles recebem mensagens enviadas dessa área geográfica).
Prezados senhores,
Tenho várias reclamações a fazer.
Hoje à tarde esperei durante uma hora (das 16h40 às 17h40) por um ônibus da linha Sítio dos Pintos/IMIP (Joana Bezerra), nº527, na parada da Rua Frei Matias Teves, em frente ao número 280 (Empresarial Albert Einstein). Deixei de ir fazer meu tratamento fisioterápico porque o ônibus não passou.
Ainda na parada, querendo saber se havia algum problema com a linha na data de hoje, telefonei para a central 0800 do Consórcio Grande Recife e de nada adiantou porque a central não recebe ligações de telefone móvel. É um absurdo, porque é o celular o que o usuário tem para telefonar quando está na rua.
Cheguei em casa às 18 horas (ainda no horário de funcionamento da central 0800) e liguei de um telefone fixo. Tudo o que consegui foi uma gravação: "o número do serviço discado não pode ser acessado por esta área geográfica". Eu moro no Recife, no Bairro do Prado, às margens da Av. Abdias de Carvalho. Se dessa área eu não posso utilizar o serviço, de onde então?
Venho requerer-lhes, portanto:
a) Uma explicação para o fato de não haver passado nenhum ônibus da linha 527 na parada e no horário mencionados;
b) Que o Consórcio Grande Recife tome as devidas providências para que a central 0800 passe a receber ligações de telefone móvel, o que é, hoje em dia, imprescindível para que seja prestado um atendimento minimamente decente ao usuário;
c) Uma explicação para o fato de eu não conseguir ter acesso à central telefônica nem mesmo de um telefone fixo às margens da Av. Abdias de Carvalho e a menos de 2 km da Av. Agamenon Magalhães.
Atenciosamente,
Cláudia Holder
Hoje foi o primeiro dia em que o sistema de ônibus realmente me estressou. Nem mesmo ter pego o ônibus errado me deixou tão irritada. Saí do trabalho às 16h40 para ir à fisioterapia (tinha planos de chegar à clinica umas 17h30), e precisava pegar a linha Sítio dos Pintos/IMIP (Joana Bezerra) na parada da Rua Frei Matias Teves. Pois bem. Esperei exatamente uma hora e o ônibus simplesmente não passou (nesse período, passaram 6 ou 7 ônibus da linha Mustardinha).
Após uns 40 minutos de espera, resolvi telefonar para a central 0800 do Consórcio Grande Recife com o intuito de relatar o problema e tentar descobrir o que havia acontecido. E o que aconteceu? Descobri que o 0800-0810158 não recebe chamadas de telefone móvel! Sim, o usuário que está na parada de ônibus precisa arrumar um orelhão (coisa rara hoje em dia) ou um telefone fixo para poder entrar em contato com a central de atendimento.
Às 17h40 desisti da fisioterapia, peguei próximo Mumu que passou e fui pra casa, onde cheguei às 18h00. Liguei o computador e entrei no site do Consórcio Grande Recife, onde verifiquei que (em tese) os ônibus da linha Sítio dos Pintos/IMIP (Joana Bezerra) ainda passam na Rua Frei Matias Teves. Peguei o meu telefone fixo e liguei para a central 0800. O que aconteceu? Uma gravação me disse que "o número do serviço discado não pode ser acessado por esta área geográfica"! Como assim? Eu moro no Recife, o consórcio se chama "Grande Recife". De que área então eu deveria ligar?
Restou-me apenas preencher um formulário no site do consórcio e enviar um e-mail para a ouvidoria. Vamos ver se eles me "ouvem". Duvido muito. Mas vou esperar 2 ou 3 dias antes de tomar outras providências. Segue abaixo a mensagem que enviei (se é que eles recebem mensagens enviadas dessa área geográfica).
Prezados senhores,
Tenho várias reclamações a fazer.
Hoje à tarde esperei durante uma hora (das 16h40 às 17h40) por um ônibus da linha Sítio dos Pintos/IMIP (Joana Bezerra), nº527, na parada da Rua Frei Matias Teves, em frente ao número 280 (Empresarial Albert Einstein). Deixei de ir fazer meu tratamento fisioterápico porque o ônibus não passou.
Ainda na parada, querendo saber se havia algum problema com a linha na data de hoje, telefonei para a central 0800 do Consórcio Grande Recife e de nada adiantou porque a central não recebe ligações de telefone móvel. É um absurdo, porque é o celular o que o usuário tem para telefonar quando está na rua.
Cheguei em casa às 18 horas (ainda no horário de funcionamento da central 0800) e liguei de um telefone fixo. Tudo o que consegui foi uma gravação: "o número do serviço discado não pode ser acessado por esta área geográfica". Eu moro no Recife, no Bairro do Prado, às margens da Av. Abdias de Carvalho. Se dessa área eu não posso utilizar o serviço, de onde então?
Venho requerer-lhes, portanto:
a) Uma explicação para o fato de não haver passado nenhum ônibus da linha 527 na parada e no horário mencionados;
b) Que o Consórcio Grande Recife tome as devidas providências para que a central 0800 passe a receber ligações de telefone móvel, o que é, hoje em dia, imprescindível para que seja prestado um atendimento minimamente decente ao usuário;
c) Uma explicação para o fato de eu não conseguir ter acesso à central telefônica nem mesmo de um telefone fixo às margens da Av. Abdias de Carvalho e a menos de 2 km da Av. Agamenon Magalhães.
Atenciosamente,
Cláudia Holder
Nome ou número?
(por Cláudia)
Um dia desses eu peguei o ônibus errado. Estava na Av. Conde da Boa Vista esperando o transporte para ir para o trabalho, e tinha duas opções: Mustardinha, que carinhosamente chamo de Mumu, e Totó (Abdias de Carvalho). O Totó passou primeiro, e por isso foi o "escolhido". Ele devia seguir pela Conde da Boa Vista em direção ao centro da cidade, passar pela Ponte Duarte Coelho, Rua do Sol (...) Rua Velha (...) e, finalmente, chegar à Rua Frei Matias Teves. Mas não foi o que aconteceu.
Depois de atravessar a pela Ponte Duarte Coelho, O ônibus foi para a Av. Guararapes, seguiu pela Av. Dantas Barreto, fez um arrodeio, passou de novo pela Guararapes, retornou à Conde da Boa Vista, passou pela Praça do Derby, Ponte da Capunga, Rua José Osório etc., até chegar à Av. Abdias de Carvalho. Quando percebi que a coisa ia piorar, desci na frente da FIR e peguei um táxi para o trabalho. Resultado: gastei mais tempo e mais dinheiro.
Todo esse transtorno poderia ter sido evitado se eu tivesse prestado mais atenção. Porque mais tarde me dei conta do que houve: eu peguei Totó (Jardim Planalto) e não Totó (Abdias de Carvalho). E acho que o que me confundiu foi uma placa na frente do Totó (Jardim Planalto), que dizia "via Abdias de Carvalho". Bom, fora o bacurau existem três ônibus de nome "Totó". o Terceiro chama-se Totó/Boa Viagem (não sei porque esse tem uma barra no lugar dos parênteses).
Até pensei que para diminuir os riscos de pegar o ônibus errado bastaria ficar de olho no número, mas confundir a linha 331 com a linha 332 é tão fácil quanto confundir Totó (Jardim Planalto) com Totó (Abdias de Carvalho). O jeito é prestar muita atenção.
Ajudaria muito se dentro de cada ônibus houvesse uma placa com o roteiro daquela linha (pelo menos eu teria percebido logo que havia pego o ônibus errado). É uma medida simples e que seria útil também para os passageiros saberem melhor o quanto estão perto de sua parada. Mas decerto o Consórcio Grande Recife e as companhias de ônibus não estão nem um pouco interessadas em melhorar o serviço.
Um dia desses eu peguei o ônibus errado. Estava na Av. Conde da Boa Vista esperando o transporte para ir para o trabalho, e tinha duas opções: Mustardinha, que carinhosamente chamo de Mumu, e Totó (Abdias de Carvalho). O Totó passou primeiro, e por isso foi o "escolhido". Ele devia seguir pela Conde da Boa Vista em direção ao centro da cidade, passar pela Ponte Duarte Coelho, Rua do Sol (...) Rua Velha (...) e, finalmente, chegar à Rua Frei Matias Teves. Mas não foi o que aconteceu.
Depois de atravessar a pela Ponte Duarte Coelho, O ônibus foi para a Av. Guararapes, seguiu pela Av. Dantas Barreto, fez um arrodeio, passou de novo pela Guararapes, retornou à Conde da Boa Vista, passou pela Praça do Derby, Ponte da Capunga, Rua José Osório etc., até chegar à Av. Abdias de Carvalho. Quando percebi que a coisa ia piorar, desci na frente da FIR e peguei um táxi para o trabalho. Resultado: gastei mais tempo e mais dinheiro.
Todo esse transtorno poderia ter sido evitado se eu tivesse prestado mais atenção. Porque mais tarde me dei conta do que houve: eu peguei Totó (Jardim Planalto) e não Totó (Abdias de Carvalho). E acho que o que me confundiu foi uma placa na frente do Totó (Jardim Planalto), que dizia "via Abdias de Carvalho". Bom, fora o bacurau existem três ônibus de nome "Totó". o Terceiro chama-se Totó/Boa Viagem (não sei porque esse tem uma barra no lugar dos parênteses).
Até pensei que para diminuir os riscos de pegar o ônibus errado bastaria ficar de olho no número, mas confundir a linha 331 com a linha 332 é tão fácil quanto confundir Totó (Jardim Planalto) com Totó (Abdias de Carvalho). O jeito é prestar muita atenção.
Ajudaria muito se dentro de cada ônibus houvesse uma placa com o roteiro daquela linha (pelo menos eu teria percebido logo que havia pego o ônibus errado). É uma medida simples e que seria útil também para os passageiros saberem melhor o quanto estão perto de sua parada. Mas decerto o Consórcio Grande Recife e as companhias de ônibus não estão nem um pouco interessadas em melhorar o serviço.
"Deram um trato" no terreno baldio
(por Cláudia)
Lembram-se daquele terreno baldio que dificultava meu trajeto noturno a pé do trabalho para casa? "Deram um trato" nele! Um belo dia, mais ou menos em 20 de outubro (sim, eu preciso de mais tempo para atualizar este blog), passei pela frente e vi que estavam limpando a área. Dias depois não havia mais mato, e o terreno ganhou uma cerca de arame farpado (a foto abaixo mostra o estágio inicial da mudança, ainda sem o arame). Acho muito inapropriado usar arame farpado assim, num local tão exposto, por onde tantas pessoas (inclusive crianças) passam. Mas devo admitir que é melhor assim do que como era antes.

A calçada do terreno continua muito mal cuidada. Há um buraco enorme (muito profundo) bem na esquina, e várias irregularidades no resto da calçada. Também já começaram a jogar lixo no terreno, apesar da cerca. Mas, tentando não ser muito ranzinza, é um fato a ser comemorado.
Lembram-se daquele terreno baldio que dificultava meu trajeto noturno a pé do trabalho para casa? "Deram um trato" nele! Um belo dia, mais ou menos em 20 de outubro (sim, eu preciso de mais tempo para atualizar este blog), passei pela frente e vi que estavam limpando a área. Dias depois não havia mais mato, e o terreno ganhou uma cerca de arame farpado (a foto abaixo mostra o estágio inicial da mudança, ainda sem o arame). Acho muito inapropriado usar arame farpado assim, num local tão exposto, por onde tantas pessoas (inclusive crianças) passam. Mas devo admitir que é melhor assim do que como era antes.

A calçada do terreno continua muito mal cuidada. Há um buraco enorme (muito profundo) bem na esquina, e várias irregularidades no resto da calçada. Também já começaram a jogar lixo no terreno, apesar da cerca. Mas, tentando não ser muito ranzinza, é um fato a ser comemorado.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Linha 527: mais um ônibus em minha vida
(por Cláudia)
Esta semana descobri um ônibus perfeito para ir do trabalho para a clínica onde faço fisioterapia, lá na Rua do Futuro: Sítio dos Pintos / IMIP (Joana Bezerra). Passa na parada que fica a poucos metros de onde eu trabalho, para na Av. Rosa e Silva, e faz exatamente o mesmo trajeto que eu faria se fosse de carro.
Na quarta-feira (13), saí do trabalho às 17h15 e vi o ônibus chegando na parada. Corri um pouquinho, só pra garantir, e peguei-o segundos depois. Estava muito vazio e eu escolhi um lugar na janela. A essa hora, como sempre, o trânsito já estava caótico naquela região, e levamos sete minutos para chegar à Av. Agamenon Magalhães (um percurso de 250 metros). Velocidade média do trajeto: 2,14 km/h.
A avenida estava livre, mas havia engarrafamento na altura da Praça do Derby porque um ônibus biarticulado fechou o cruzamento (não vi nenhum agente de trânsito na Agamenon Magalhães). Ás 17h34 chegamos na Rosa e Silva (na altura do Clube Português), outra área de engarrafamentos enormes. Ainda assim, desci do ônibus às 17h45, na primeira parada após o Náutico. Nesse momento, o ônibus já não estava tão vazio, mas ainda havia vários assentos disponíveis.
A caminhada até a Rua do Futuro foi tranquila. As calçadas eram ruins, mas não eram das piores. O maior problema foi um motoqueiro trafegando na calçada, já na Rua do Futuro. Mas escapei ilesa e cheguei a meu destino às 17h54. Foram 39 minutos de ônibus mais caminhada. Mais ou menos o mesmo tempo que eu gastava para ir de carro. Próxima semana tem mais!
Esta semana descobri um ônibus perfeito para ir do trabalho para a clínica onde faço fisioterapia, lá na Rua do Futuro: Sítio dos Pintos / IMIP (Joana Bezerra). Passa na parada que fica a poucos metros de onde eu trabalho, para na Av. Rosa e Silva, e faz exatamente o mesmo trajeto que eu faria se fosse de carro.
Na quarta-feira (13), saí do trabalho às 17h15 e vi o ônibus chegando na parada. Corri um pouquinho, só pra garantir, e peguei-o segundos depois. Estava muito vazio e eu escolhi um lugar na janela. A essa hora, como sempre, o trânsito já estava caótico naquela região, e levamos sete minutos para chegar à Av. Agamenon Magalhães (um percurso de 250 metros). Velocidade média do trajeto: 2,14 km/h.
A avenida estava livre, mas havia engarrafamento na altura da Praça do Derby porque um ônibus biarticulado fechou o cruzamento (não vi nenhum agente de trânsito na Agamenon Magalhães). Ás 17h34 chegamos na Rosa e Silva (na altura do Clube Português), outra área de engarrafamentos enormes. Ainda assim, desci do ônibus às 17h45, na primeira parada após o Náutico. Nesse momento, o ônibus já não estava tão vazio, mas ainda havia vários assentos disponíveis.
A caminhada até a Rua do Futuro foi tranquila. As calçadas eram ruins, mas não eram das piores. O maior problema foi um motoqueiro trafegando na calçada, já na Rua do Futuro. Mas escapei ilesa e cheguei a meu destino às 17h54. Foram 39 minutos de ônibus mais caminhada. Mais ou menos o mesmo tempo que eu gastava para ir de carro. Próxima semana tem mais!
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Voltando pra casa: Carro a 4,5 km/h
(por Cláudia)
Ontem (30/9) eu voltei a pé para casa. Como em ocasiões anteriores, levei 25 minutos para fazer o trajeto, que tem cerca de 1,5 km. Hoje eu saí de casa com o tênis na mochila, porque planejava repetir a caminhada. Mas Márcio estava perto do meu trabalho e se ofereceu para me buscar. Carona solidária de Marido não se recusa. :) Viemos de carro, exatamente pelo mesmo trajeto que faço a pé, e levamos 19 minutos para chegar. Isso dá uma velocidade média de aproximadamente 4,5 km por hora! Impressionante. E hoje o trânsito para casa não estava tão ruim.
Tanto ontem quanto hoje fotografei uma irregularidade antiga, que eu pretendia registrar há um bom tempo. As imagens estão muito ruins porque a primeira (de ontem) foi feita com o celular e a segunda (de hoje) foi tirada com uma câmera fotográfica de dentro do carro em movimento. E, devido a nosso horário permanente de inverno, já estava escurecendo. Mas dá para ver muito bem o que eu quero mostrar.


Trata-se de um estabelecimento comercial que faz algum serviço relacionado a carros. Não sei se venda, troca de peças ou instalação de equipamentos. Mas pouco importa. O fato é que ali, pouco depois do Sport Club do Recife, na bifurcação onde se dobra à direita para ir ao Supermercado Extra, pedestre não tem vez. Os carros tomam toda a calçada e as pessoas são obrigadas a andar pela rua. O caos urbano no Recife parece não ter limites.
Ontem (30/9) eu voltei a pé para casa. Como em ocasiões anteriores, levei 25 minutos para fazer o trajeto, que tem cerca de 1,5 km. Hoje eu saí de casa com o tênis na mochila, porque planejava repetir a caminhada. Mas Márcio estava perto do meu trabalho e se ofereceu para me buscar. Carona solidária de Marido não se recusa. :) Viemos de carro, exatamente pelo mesmo trajeto que faço a pé, e levamos 19 minutos para chegar. Isso dá uma velocidade média de aproximadamente 4,5 km por hora! Impressionante. E hoje o trânsito para casa não estava tão ruim.
Tanto ontem quanto hoje fotografei uma irregularidade antiga, que eu pretendia registrar há um bom tempo. As imagens estão muito ruins porque a primeira (de ontem) foi feita com o celular e a segunda (de hoje) foi tirada com uma câmera fotográfica de dentro do carro em movimento. E, devido a nosso horário permanente de inverno, já estava escurecendo. Mas dá para ver muito bem o que eu quero mostrar.


Trata-se de um estabelecimento comercial que faz algum serviço relacionado a carros. Não sei se venda, troca de peças ou instalação de equipamentos. Mas pouco importa. O fato é que ali, pouco depois do Sport Club do Recife, na bifurcação onde se dobra à direita para ir ao Supermercado Extra, pedestre não tem vez. Os carros tomam toda a calçada e as pessoas são obrigadas a andar pela rua. O caos urbano no Recife parece não ter limites.
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